50 anos da Apple: 20 aparelhos da marca que fracassaram miseravelmente

Nesta quarta-feira, 1º de abril, a Apple completa 50 anos. Ao longo dessas cinco décadas, a empresa construiu uma das trajetórias mais bem-sucedidas da tecnologia, com produtos que moldaram o mercado e viraram referência global. Mas, como nem tudo são flores, a história da companhia também é marcada por uma série de fracassos que ficaram pelo caminho.

Entre acertos e erros, a Apple lançou dispositivos que simplesmente não funcionaram como esperado, chegaram cedo demais ao mercado ou eram caros demais para convencer o consumidor. Em alguns casos, eram ideias até interessantes, mas mal executadas. Em outros, eram só… estranhas mesmo.

E é essa lista de tropeços que ajuda a entender que inovação também envolve risco. A seguir, veja 20 produtos curiosos, malucos e, claro, fracassados da empresa (daqueles que muita gente nem lembra que existiram).

Apple III (1980)

Apple3.jpg
Apple III. (Fonte: Wikimedia Commons)

O Apple III surgiu em 1980 como sucessor do bem-sucedido Apple II e carregava grandes expectativas dentro da Apple. A ideia era aprimorar o computador de mesa que já dominava o mercado, mantendo a base de usuários e avançando em desempenho. Na vida real, porém, o projeto acabou tomando um rumo problemático desde o início.

Parte dos erros veio de decisões de design que priorizaram o silêncio. Para evitar ruídos, a equipe optou por eliminar ventoinhas de resfriamento, enquanto a caixa do computador também não ajudava na dissipação de calor, piorando ainda mais a situação.

O resultado foi um computador que superaquecia com frequência, comprometendo tanto o desempenho quanto a durabilidade dos componentes. Em alguns casos, o calor era tanto que peças internas chegavam a se deslocar, afetando o funcionamento da máquina e exigindo manutenção constante.

Com falhas recorrentes e perda de confiança por parte dos consumidores, o Apple III teve desempenho fraco nas vendas e vida curta no mercado (apenas quatro anos).

Apple Lisa (1983)

Apple_Lisa.jpg
Apple Lisa. (Fonte: Wikimedia Commons)

O Apple Lisa ocupa um lugar curioso na história da tecnologia: ao mesmo tempo em que foi revolucionário, também foi um fracasso comercial. Lançado em 1983, ele foi um dos primeiros computadores pessoais a oferecer uma interface gráfica com janelas e ícones.

Essa inovação mudaria completamente a forma como interagimos com computadores, mas, na época, não foi suficiente para garantir sucesso de vendas. Isso porque o Lisa tinha um preço extremamente alto, chegando perto dos US$ 10 mil, o que o tornava inacessível para a maioria dos consumidores.

Além do custo, o desempenho também era um ponto fraco. O sistema era considerado lento e pouco intuitivo para usuários que ainda estavam se adaptando ao uso de computadores pessoais.

Mesmo com sua importância histórica, o Lisa não conseguiu se firmar no mercado e acabou sendo substituído por modelos mais acessíveis e eficientes, sendo esse um caso clássico de inovação que não acertou o timing.

Apple Macintosh Portable (1989)

960px-Macintosh_Portable-IMG_7541.jpg
Apple Macintosh Portable. (Fonte: Wikimedia Commons)

O Apple Macintosh Portable foi a primeira tentativa da Apple de criar um computador portátil, mas acabou mostrando que a empresa ainda tinha um longo caminho pela frente nesse segmento. Lançado em 1989, o dispositivo chamava atenção mais pelo tamanho e peso do que pela proposta de mobilidade, já que ultrapassava os 7 kg e tinha cerca de 10 cm de espessura. Portátil só no nome mesmo!

Além do design pouco prático, o modelo enfrentava problemas técnicos sérios que comprometiam a experiência do usuário, como relatos de unidades que simplesmente não ligavam, mesmo quando conectadas à energia. Para um equipamento caro, esse tipo de falha era difícil de aceitar, né?

O desempenho também não ajudava a compensar os problemas. Embora fosse inovador na proposta, o Macintosh Portable não entregava uma experiência bacana o suficiente para justificar o investimento. Com isso, acabou sendo rapidamente superado por aparelhos melhores que surgiriam anos depois.

Apple Newton (1990)

Newton-IMG_0320 (1).JPG
Apple Newton. (Fonte: Wikimedia Commons)

O Apple Newton foi uma das apostas mais ambiciosas da Apple nos anos 1990 ao tentar antecipar o que hoje conhecemos como dispositivos móveis inteligentes. A proposta era simples no papel: permitir que o usuário escrevesse diretamente na tela com uma canetinha, enquanto o sistema convertia a escrita manual em texto digital. Ele era um PDA (assistente pessoal digital).

O problema é que a realidade estava longe da expectativa, já que a tecnologia de reconhecimento de escrita estava longe de ser confiável. O sistema frequentemente interpretava palavras de forma errada, o que tornava o uso frustrante e pouco eficiente no dia a dia (o aparelho virou até piada no seriado The Simpsons).

Além das limitações técnicas, o Newton também era caro, o que dificultava sua adoção em larga escala. A combinação de custo alto com desempenho ruim acabou afastando consumidores e consolidando o dispositivo como um dos primeiros grandes flops da empresa.

Macintosh TV (1993)

GJeNklbWsAAo_fa.jpg
Macintosh TV. (Fonte: Wikimedia Commons)

O Macintosh TV foi uma tentativa da Apple de antecipar a integração entre televisão e computador, algo que só se tornaria comum muitos anos depois. Lançado em 1993, o dispositivo combinava funções de PC com a possibilidade de assistir a programas de TV.

A ideia era inovadora, mas a execução deixou a desejar. Um dos principais problemas era a limitação de uso: o usuário não podia utilizar as funções de computador e TV ao mesmo tempo, o que reduzia bastante a utilidade do produto no dia a dia.

Além disso, o preço elevado também foi um problema (para variar), porque para muitos consumidores, não fazia sentido investir tanto em um dispositivo com limitações claras de uso.

eWorld (1994)

EWorld_Main_Screen.png
eWorld. (Fonte: Wikimedia Commons)

O eWorld foi a aposta da Apple para competir com serviços online populares nos anos 1990, como a AOL. A plataforma oferecia um ambiente digital com navegação visual, em que diferentes funções eram representadas por espaços como prédios e áreas temáticas (uma versão bem inicial do atual metaverso).

Embora a proposta fosse criativa, o serviço enfrentava barreiras importantes. O custo de assinatura era alto, o que limitava o acesso a um público mais restrito, além de que, inicialmente, só estava disponível para usuários do Macintosh.

Esse conjunto de fatores dificultou a formação de uma base sólida de usuários, algo essencial para o sucesso de plataformas desse tipo. Enquanto isso, concorrentes mais acessíveis continuavam crescendo rapidamente.

Sem conseguir competir em escala, o eWorld foi descontinuado em 1996. Hoje, é lembrado como uma tentativa interessante, mas mal posicionada no mercado.

FireWire (1995)

Firewire6-pin.jpg
FireWire. (Fonte: Wikimedia Commons)

A FireWire foi desenvolvida pela Apple como uma alternativa mais rápida ao USB para transferência de dados entre dispositivos. Tecnicamente, a tecnologia tinha vantagens reais, oferecendo maior velocidade e eficiência em determinadas aplicações.

No entanto, um fator estratégico acabou pesando contra sua adoção: a FireWire era um padrão proprietário, o que exigia que fabricantes pagassem taxas de licenciamento para utilizá-la (nem preciso dizer que não deu certo).

Enquanto isso, o USB seguia um caminho mais aberto e acessível, sendo incorporado rapidamente por diversos fabricantes. Para o consumidor médio, a diferença de desempenho não era tão perceptível a ponto de justificar a escolha pela FireWire.

Com o tempo, o mercado acabou consolidando o USB como padrão dominante. A FireWire foi gradualmente abandonada até ser oficialmente descontinuada pela Apple em 2011.

Apple Pippin (1995)

Pippin-Atmark-Console-Set.jpg
Apple Pippin. (Fonte: Wikimedia Commons)

O Apple Pippin marcou a tentativa da Apple de entrar no mercado de consoles de videogame em 1995, mas o resultado passou longe do esperado. Em vez de competir diretamente com gigantes como Sony e Nintendo, a empresa optou por criar um híbrido entre console e computador conectado à internet, algo bastante ousado para a época.

O problema é que a execução não acompanhou a ambição, porque o hardware era limitado, a conexão dependia de um modem lento e a biblioteca de jogos era extremamente reduzida. Sem títulos relevantes, o aparelho não conseguia atrair jogadores.

Além disso, o preço de lançamento, em torno de US$ 599, era considerado alto para o que o produto entregava. Com marketing pouco eficaz e proposta confusa, o Pippin rapidamente perdeu espaço e foi descontinuado poucos anos depois, tornando-se um dos fracassos mais emblemáticos da empresa fora do segmento de computadores.

Apple eMate 300 (1997)

Apple_Newton_eMate_300_(cropped).jpg
Apple eMate 300. (Fonte: Wikimedia Commons)

O Apple eMate 300 foi um dos produtos mais curiosos da Apple, combinando características de um laptop com funcionalidades de um PDA. Com design colorido e construção robusta, o dispositivo foi pensado especialmente para o ambiente educacional, oferecendo um preço relativamente mais acessível em comparação a outros produtos da empresa na época.

Apesar dessas qualidades, o grande problema do eMate foi justamente sua limitação de público. O dispositivo era vendido exclusivamente para instituições de ensino, o que restringia drasticamente seu alcance no mercado. Mesmo consumidores interessados não tinham acesso ao produto.

Essa estratégia acabou comprometendo o potencial de vendas e o aparelho foi descontinuado menos de um ano após seu lançamento, apesar de influenciar o design de futuros produtos da Apple.

Apple USB Mouse (1998)

Apple_USB_Mouse.JPG
Apple USB Mouse. (Fonte: Wikimedia Commons)

O Apple USB Mouse, lançado em 1998, é um daqueles casos clássicos em que o design fala mais alto que a usabilidade  (e já vimos que isso não funciona).

Conhecido pelo formato circular incomum, o acessório ficou famoso não por inovação, mas por ser extremamente desconfortável de usar no dia a dia.

A proposta da Apple era apostar em um visual mais moderno e minimalista, alinhado com a nova identidade da marca naquele momento. O pulo do gato é que o formato arredondado dificultava a pegada e comprometia a precisão dos movimentos.

Usuários relatavam dificuldade até para tarefas simples, como arrastar arquivos ou clicar com precisão. O mouse também não se encaixava bem na mão, o que tornava o uso prolongado bastante incômodo.

Apesar de ter sido incluído em computadores Macintosh por cerca de dois anos, o modelo foi abandonado. A repercussão negativa foi tão grande que ele entrou para a lista dos designs mais criticados da história da empresa.

Power Mac G4 Cube (2000)

Power_mac_g4_cube (1).jpg
Power Mac G4 Cube. (Fonte: Wikimedia Commons)

O Power Mac G4 Cube é frequentemente lembrado como um exemplo de produto bonito, mas pouco prático. Lançado em 2000, o computador chamou atenção pelo design compacto em formato de cubo, que destoava completamente dos desktops tradicionais da época.

A proposta era oferecer desempenho avançado em um formato inovador e minimalista. No entanto, essa aposta estética veio acompanhada de limitações importantes, como baixa capacidade de expansão de hardware, o que era um fator relevante para usuários mais exigentes.

Além disso, o preço caro colocava o produto em uma posição difícil no mercado, já que existiam alternativas mais baratas e mais versáteis dentro da própria linha da Apple. Para muitos consumidores, o custo-benefício simplesmente não fechava.

Mesmo sendo elogiado pelo design, o G4 Cube não conseguiu se sustentar comercialmente e ele foi descontinuado em menos de um ano após o lançamento.

Xserve (2002)

960px-Xserve_cluster_NASA.jpg
Xserve. (Fonte: Wikimedia Commons)

O Apple Xserve foi a tentativa da Apple de entrar no mercado corporativo de servidores, um segmento dominado por empresas especializadas como IBM e Dell. Lançado em 2002, o produto buscava oferecer soluções para empresas e data centers.

Apesar de tecnicamente competente, o Xserve enfrentava dificuldades para competir em um mercado já consolidado e altamente especializado, considerando que aquela não era tradição da Apple. Com isso, o produto não colou e foi descontinuado em 2011.

iPod U2 (2004)

AppleU2iPod.webp
iPod U2. (Fonte: Wikimedia Commons)

Lembra do iPod U2 Special Edition? A colaboração entre a Apple e a banda U2 parecia uma jogada certeira do ponto de vista de marketing: uma versão personalizada do famoso tocador de música, com design exclusivo e conteúdo da banda.

O aparelho trazia diferenciais visuais, como a roda de rolagem vermelha e as assinaturas dos integrantes gravadas na parte traseira. Além disso, vinha com músicas do U2, reforçando o apelo para fãs da banda e para quem acompanhava as campanhas publicitárias da época.

O problema é que, fora desse nicho específico, o produto não oferecia vantagens reais em relação ao iPod tradicional e, ainda assim, custava cerca de US$ 50 a mais. Com isso, a estratégia não se sustentou e o aparelho foi descontinuado.

iPod Hi-Fi (2006)

IPod_Hi-Fi.jpg
iPod Hi-Fi. (Fonte: Wikimedia Commons)

O iPod Hi-Fi foi lançado em 2006 como um acessório premium para o iPod, prometendo transformar o tocador de música em um sistema de som doméstico de alta qualidade. A ideia era encaixar o iPod e ter uma experiência sonora potente e prática.

Parecia uma extensão natural do sucesso do iPod, porém o produto enfrentou dificuldades para justificar seu posicionamento. O preço era considerado alto para um acessório, especialmente em um mercado com alternativas mais baratas.

Outro ponto crítico era a falta de recursos adicionais, como conectividade sem fio ou rádio, que já começavam a se tornar relevantes naquele momento. Então, sem grande apelo para o consumidor médio, o iPod Hi-Fi teve vida curta e foi descontinuado cerca de um ano após o lançamento.

MobileMe (2008)

18-mobileme-mail-01.png
MobileMe. (Fonte: Apple/Reprodução)

 O MobileMe foi a tentativa da Apple de oferecer um serviço integrado de armazenamento e sincronização na nuvem, antes do lançamento do iCloud. A proposta era centralizar e-mails, contatos e arquivos em um único ecossistema acessível de diferentes dispositivos.

Apesar da ideia alinhada com tendências futuras, a execução não era boa, e o serviço apresentava falhas frequentes de sincronização, bugs e instabilidade. As críticas foram intensas, e o produto rapidamente ganhou reputação negativa no mercado.

Diante da repercussão, a Apple optou por descontinuar o MobileMe.

iTunes Ping (2010)

ping2.jpg

O iTunes Ping foi a tentativa da Apple de entrar no universo das redes sociais, integrando essa proposta diretamente ao iTunes. A ideia era permitir que usuários compartilhassem músicas, descobrissem novos artistas e acompanhassem o que amigos estavam ouvindo.

Apesar de fazer sentido dentro do ecossistema da empresa, o Ping enfrentou um problema básico: saturação. Na época, plataformas como Facebook e Twitter já dominavam o espaço social, e os usuários não viam motivo para aderir a mais uma rede.

Além disso, o nível de interação era limitado e não oferecia diferenciais suficientes para engajar o público. A experiência acabava sendo pouco intuitiva e não era interessante para a maioria dos usuários.
Sem adesão significativa, o serviço foi encerrado após cerca de dois anos.

Apple Maps (2012)

apple-maps-1024x576.jpeg
Apple Maps. (Fonte: Apple/Reprodução)

O Apple Maps chegou em 2012 com a missão ambiciosa de substituir o Google Maps no iPhone. A ideia era fortalecer o ecossistema da Apple com um serviço próprio de navegação, só que o lançamento passou longe de ser tranquilo.

Logo nos primeiros dias, usuários começaram a relatar erros bizarros de localização, rotas equivocadas e até cidades posicionadas no lugar errado. Em alguns casos, o aplicativo levava motoristas para caminhos perigosos ou simplesmente inexistentes.

A repercussão foi tão negativa que a própria Apple precisou se pronunciar publicamente, recomendando que usuários utilizassem aplicativos concorrentes enquanto melhorias eram feitas. Foi um momento raro de recuo da empresa.

Com o tempo, o serviço foi sendo corrigido e hoje funciona bem melhor. Mas o lançamento problemático ficou marcado na história da empresa (e o app não é utilizado por muitos usuários).

Apple Butterfly Keyboard (2015)

Apple_keyboard_-.jpg
Apple Butterfly Keyboard. (Fonte: Wikimedia Commons)

O Apple Butterfly Keyboard foi introduzido em 2015 com o objetivo de tornar os laptops da Apple ainda mais finos e modernos. A nova tecnologia prometia teclas mais estáveis e um design mais compacto.
Na real, virou dor de cabeça.

As teclas eram extremamente sensíveis à poeira e sujeira, o que fazia com que travassem ou parassem de funcionar com facilidade. O problema se espalhou por diversas gerações de MacBooks, gerando reclamações em massa e até processos judiciais contra a empresa. A situação afetou diretamente a reputação dos laptops da Apple naquele período.

Depois de anos de críticas, a empresa abandonou o design e voltou a mecanismos mais tradicionais.

AirPower (2017)

AirPower-example (1).png
AirPower. (Fonte: Wikimedia Commons)

O AirPower talvez seja um dos fracassos mais curiosos da história recente da Apple, porque ele nunca chegou a ser lançado de fato. Anunciado em 2017, o acessório prometia carregar múltiplos dispositivos ao mesmo tempo, como iPhone, Apple Watch e AirPods, em qualquer posição sobre a base.

A proposta chamou atenção justamente pela praticidade e pelo nível de integração com o ecossistema da marca. Era o tipo de produto que parecia “mágico” nas apresentações, bem no estilo Apple.

O problema veio na execução. A empresa enfrentou dificuldades técnicas significativas, especialmente relacionadas ao superaquecimento e à distribuição eficiente de energia entre os dispositivos. Esses desafios impediram que o produto atingisse o padrão de qualidade esperado.

Após meses de adiamentos e silêncio, a Apple anunciou oficialmente o cancelamento do AirPower em 2019. O caso virou um exemplo raro de um produto anunciado publicamente que nunca chegou ao mercado.

HomePod original (2018)

homepod_standing_black_inline.jpg.medium.jpg
HomePod. (Fonte: Apple/Reprodução)

O HomePod original marcou a entrada da Apple no mercado de caixas de som inteligentes, dominado por concorrentes como Amazon e Google. Lançado em 2018, o dispositivo apostava pesado em qualidade de áudio, entregando um som elogiado por especialistas e usuários.

O problema é que, fora isso, ele deixava a desejar em outros aspectos importantes. A assistente virtual Siri tinha limitações claras em comparação com rivais, e o ecossistema era mais fechado, funcionando melhor apenas com outros produtos da Apple, restringindo bastante o público potencial.

Além disso (adivinha), era caro, o que colocava o HomePod em desvantagem frente a concorrentes mais acessíveis e com funcionalidades mais amplas. Para muitos consumidores, não fazia sentido pagar mais caro por um produto com menos versatilidade.

Com vendas abaixo do esperado, o modelo original foi descontinuado em 2021.

Os textos acima não são de nossa autoria, são de sites de tecnologia que fornecem as matérias para consulta na internet.


Criação de Aplicativos, Sites e Marketing Digital
Mais de 20 anos no mercado

Criação de sites, aplicativos e lojas virtuais, somos uma agência de criação nacional. Temos uma solução web completa para criar o site da sua empresa. Colocamos o seu site no topo do Google. Solicite um orçamento para criação de site, aplicativo, sistema ou loja virtual.

Criação de Sites

Ter um site de qualidade é muito importante para o crescimento do seu negócio.

Saiba mais

Criação de Aplicativo

Somos especializados em criação de apps na tecnologia IOS e Android. Temos mais de 100 apps desenvolvidos.

Saiba mais

SEO Estratégico

Chegar ao topo dos buscadores e direcionar leads qualificados são cruciais para a construção de seu negócio.

Saiba mais

Marketing Digital

Nossa equipe de marketing é especializada em conversões, aumento de tráfego e expanção de visibilidade.

Saiba mais

Estamos On-line

Abrir WhatsApp

Precisa de Site ou App?

Fale conosco agora mesmo!